domingo, 16 de fevereiro de 2020

Vamos falar de sororidade !

Você sabe o que é sororidade? Se não sabe, não se preocupe! Vamos explicar de um jeito fácil qual é o significado deste termo tão usado atualmente!

Alguma vez na vida você já deve ter escutado alguém mencionando o termo sororidade. Esta palavra tem um significado muito belo, e é bastante usado entre as mulheres. Sororidade significa a união ou companheirismo entre as mulheres e sua base é a empatia.

Em uma sociedade machista e patriarcal, a maioria das mulheres certamente já escutou ou até falou coisas do tipo: “só podia ser mulher”, ou então: “ela pede para ser estuprada, olha o tamanho dessa saia”. Pensamentos como esses contribuem para que a mulher seja colocada em uma posição inferior ao sexo oposto, a ponto de ser considerada “indecente” por usar uma saia curta; receber um salário inferior ao do homem, mesmo executando a mesma função; estabelecer uma visão de que as outras mulheres são concorrentes e inimigas…

O ato de julgar é uma péssima atitude, principalmente dentro do feminismo, e é inclusive, o que alimenta o machismo. Ou seja, a ideia da sororidade é alimentar a irmandade entre as mulheres a fim de acabar com o julgamento entre elas.

É nesse sentido que pode ser traduzida como “a união entre as mulheres”, em que o sentimento de solidariedade e companheirismo pode ser resumido na frase: “não sou tua rival, sou tua irmã”.

A sororidade funciona?

Essa é uma ótima questão! Em primeiro lugar, mesmo que a palavra não exista na língua portuguesa, ela tem sido uma das mais procuradas na internet. Sororidade vem do latim sóror, na qual significa “irmãs”.
Muitas mulheres estão se deparando com este termo e sendo impactadas. Para as feministas, sororidade já se tornou uma palavra transformadora na vida de muitas mulheres. Conforme o tempo passa, a tendência é que cada vez mais irmãs a conheçam e comecem a praticar seu conceito.
Vivemos em um mundo muito machista e desde a apresentação do termo, em 2012, muitas mulheres têm formado uniões. O feminismo é o maior responsável pela amizade entre as mulheres.
Temos muito caminho pela frente e devemos sempre levar a sororidade para cada mulher que atravessar nosso caminho. Quando o conceito desta palavra poderosa é usado, o mundo de muitas mulheres se transformam. Chegou o momento de deixar a rivalidade e se unir!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

10 dúvidas comuns sobre a endometriose

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10 dúvidas comuns sobre a endometriose

Quais os principais sintomas de quem sofre com a endometriose?


A grande maioria têm dismenorreia, ou seja, cólica menstrual, o primeiro e mais importante sintoma. Muitas vezes, são cólicas intensas que incapacitam as mulheres de exercerem suas atividades habituais. A dor pode ainda manifestar-se durante a relação sexual, quando o pênis encosta no fundo da vagina. Este é o segundo sintoma. Além desses sintomas, podem estar presentes a dificuldade para engravidar e alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação. Nos casos mais avançados, a dor pode ocorrer também fora do período menstrual.




A imagem pode conter: texto que diz "ENDOMETRIOSE ovários Sintomas Atinge 15% das mulheres em fértil útero intensas, alterações que trompas ouintestinais durante período endométrio tecido menstrual, acrescer durantea relação outras como ovários, trompas, intestino cavidade vagina engravidar, abdominal colicasdurante omes Formas diagnóstico por exame aparoscopio NOVA TÉCNICA TÉCNICA ATUAL ALTERNATIVA Biópsia nervosas Laparoscopia Ultrassom mais eficaz porém casos pequenos fragmentosd endométrio cohidos pequenoscortes geralmente aponta ginecológico sem abdomen, visualiza-se adoença. avançados Observa-sepor anestesia. material Emgeral, também éfeita imagemo crescimento de tecido remoção tecidos forado útero ginecdlogistad"


Como diferenciar uma cólica normal da característica da endometriose?

Na verdade, não existe uma diferenciação muito clara porque há pacientes com endometriose e poucas cólicas durante a menstruação. Entretanto, o raciocínio é sempre orientar as mulheres a procurarem um médico quando tiverem cólicas com certa resistência a melhorar com remédios ou que as incapacite de exercer suas atividades normalmente.

Os sintomas da presença da endometriose podem confundir e retardar o diagnóstico da doença?

Sim. E para identificá-la é importante saber que a doença pode acometer mulheres a partir da primeira até a última menstruação, com média de diagnóstico por volta dos 30 anos. Em média, a mulher tem 32 anos quando é feito o diagnóstico da doença. Em 44% dos casos passaram-se cinco anos ou mais até a doença ser diagnosticada. De 40% a 50% das adolescentes que apresentam cólica incapacitante. A investigação clínica, a anamnese bem feita seguida de um exame físico adequado, o toque vaginal que permite verificar alguns aspectos característicos da doença, tudo isso faz parte do exame ginecológico normal e de rotina que não visa ao diagnóstico da doença em si, mas que pode funcionar como prevenção primária para a endometriose. O exame ginecológico é o ponto de partida para estabelecer o diagnóstico da endometriose. Se a doença se assesta no ovário, o ginecologista pode perceber o aumento dos ovários pelo toque. Se acomete a região que fica entre o útero e o intestino, um tipo de endometriose que se chama endometriose profunda, o toque permite perceber espessamentos atrás do útero e dor quando o médico apalpa essa região. Quando a doença acomete o peritônio (tecido que reveste a cavidade abdominal) fica mais difícil estabelecer o diagnóstico pelo toque.

A doença apresenta fatores hereditários, ou seja, se a minha mãe teve endometriose corro maior risco de apresentar a doença?

Alguns estudos apontam que existe um fator hereditário que deve ser levado em conta nos casos de endometriose. Entretanto, existem outros fatores de risco que devem sempre ser levados em conta, tais como a menstruação retrógrada, que leva o endométrio para a cavidade abdominal permitindo o desenvolvimento da doença no local. A imunidade da paciente também deve ser considerada, como o estresse e a ansiedade Isso vale para o câncer e vale para a endometriose. Por fim, deve-se considerar também o número de menstruações. Hoje, a mulher menstrua em média 400 vezes na vida, enquanto no começo do século passado menstruava apenas 40 vezes, porque a primeira menstruação ocorria mais tarde, ela engravidava mais cedo, tinha mais filhos e passava longos períodos amamentando.

A endometriose pode virar câncer? Há alguma relação comprovada entre ambos?

O mecanismo das duas doenças tem muitas similaridades. Sabe-se, porém, que a relação entre endometriose e câncer é muito pequena, em torno de 0,5% a 1% dos casos. Na verdade, apesar de não caracterizar uma doença maligna, a endometriose se comporta de modo parecido, no sentido de que as células crescem fora de seu lugar habitual. Embora, na maioria das vezes, esse crescimento não tenha conseqüências letais, acaba provocando muitos incômodos. Por isso, pesquisadores suecos apresentaram um estudo onde a endometriose foi associada pela primeira vez ao aparecimento de diversos tipos de cânceres, especialmente o de ovário. Especialistas do Hospital da Universidade de Karolinska em Estocolmo, Suécia, analisaram os dados de 63.630 mulheres, que tinham sido atendidas pelo Hospital com o diagnóstico de endometriose, entre 1969 e 2002. Os cientistas encontraram 3.822 casos de câncer entre mulheres com endometriose. Segundo o trabalho, a doença aumentou o risco da mulher desenvolver o câncer de ovário em 37% do grupo analisado, risco de um terço acima da população normal das mulheres sem a doença. Também foram registrados aumento no número de casos de tumores endocrinológicos (38%), de câncer renal (36%) e de câncer da tireóide (33%). Os pesquisadores investigarão se o tratamento hormonal ou cirúrgico da endometriose tem relação com o risco aumentado do câncer.

Há casos de endometriose com sintomas bem discretos enquanto outros são bem mais graves. Como posso classificar a doença?

A classificação da endometriose leva em conta a extensão da doença. A mais aceita foi elaborada por uma sociedade americana e parte do procedimento de visualização das lesões, o passo seguinte depois do diagnóstico. O exame clínico, o marcador e exame de ultra-som são os meios adequados para definir as mulheres para as quais se deve indicar a laparoscopia, um exame realizado sob anestesia através de pequenas incisões no abdômen por onde se introduz um tubo ótico de aproximadamente 10mm de diâmetro para visualizar as áreas da cavidade abdominal em que se fixaram os implantes - nome que se dá ao tecido endometrial deslocado. É um procedimento cirúrgico menor que permite identificar tamanho, extensão e local de acometimento das lesões e iniciar imediatamente o tratamento adequado.

Então, a laparoscopia é, ao mesmo tempo, um teste de diagnóstico que avalia a extensão da doença e uma forma de iniciar o tratamento dela?

Depois que se faz uma análise da cavidade abdominal, dos pontos com comprometimento pela doença, procura-se ressecar sempre que possível os focos que se encontram nos ovários, trompas, útero, peritônio e intestino. Em relação aos cistos no ovário e no útero, a preocupação é retirá-los, mas preservando esses órgãos, uma vez que na maioria das vezes as pacientes são jovens e têm desejo reprodutivo. Através da laparoscopia conseguimos ressecar também os focos existentes no tecido que reveste a cavidade abdominal (peritônio) e outros mais profundos localizados nos intestinos, indicativos de casos mais graves e que demandam tratamento efetivo. Obviamente, a cirurgia aberta é também uma alternativa para remover as lesões de endometriose, mas a laparoscopia é o método mais utilizado para diagnóstico e tratamento dessa doença.

A endometriose provoca alterações no ciclo menstrual, estas alterações podem causar a infertilidade feminina?

A relação entre a endometriose e a infertilidade feminina pode manifestar-se em alguns casos. Pacientes em estágio avançado da doença e obstrução na tuba uterina que impeça o óvulo de chegar ao espermatozóide têm um fator anatômico que justifica a infertilidade. Além disso, algumas questões hormonais e imunológicas podem ser a causa para algumas mulheres com quadros mais leves de endometriose não conseguirem engravidar. Após o tratamento e, geralmente, a realização da laparoscopia, uma boa parcela das pacientes consegue engravidar, principalmente as mulheres em que as tubas não tiverem sofrido obstrução. É por isso que no final da laparoscopia, costuma-se injetar contraste pelo canal do colo uterino para ver se ele sai pelas tubas. A caracterização dessa permeabilidade tubária é um ponto a favor de uma gravidez que depende, entretanto, de outros fatores como a função ovariana ou a não formação de aderências depois da cirurgia, por exemplo.

Após a realização de uma laparoscopia bem sucedida, com a retirada de todas as lesões da cavidade abdominal, há riscos de reincidência?

Depois da laparoscopia, quando a doença está num estágio avançado, costuma-se indicar uma medicação para suprimir temporariamente a menstruação. São, geralmente, medicamentos que bloqueiam a função ovariana, durante três ou quatro meses, para a paciente poder se recuperar. Depois disso, há possibilidades da doença voltar a existir, porque o retorno da função menstrual pode determinar o reaparecimento das lesões. Por isso, em alguns casos, é preciso bloquear a menstruação por mais tempo e tomar cuidado depois das gestações para que não haja recidivas. A cura da endometriose depende da boa administração da doença e nem sempre representa a extirpação eterna dos focos.

MENINO OU MENINA ?

Aprenda como ter um bebê do sexo desejado com algumas dicas simples e eficientes
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Essa pergunta é muito ouvida pelos casais que estão esperando um filho. Para alguns deles, a resposta não importa, pois o que querem mesmo é ter um bebê com saúde. Por outro lado, existem alguns casais que já possuem uma preferência por um filho ou filha e a revelação do médico na hora da consulta pode trazer alegria ou um pouco de desapontamento.

Pensando em ajudar esses casais, separamos algumas dicas de como eles podem fazer para ter um bebê menino ou menina. As dicas são simples e fáceis de serem seguidas. Quem sabe assim, o próximo filho/filha poderá ser escolhido previamente de acordo com sua preferência.

Bom vamos as dicas inciais para entender um pouco mais sobre o assunto:

Como Escolher?


Para você conseguir escolher se o bebê irá ser menino ou menina, existem alguns elementos que vão desde simpatias e superstições até algumas questões mais delicadas como a física da mulher, a relação, alguns pontos científicos e até teses (refutadas). O interessante é que muitas mulheres tem conseguido muitos resultados positivos na hora da escolha, mas isso depende de muitos fatores que podem influenciar no processo.



Um dos elementos dessa influência, vem da informação de que os espermatozóides que levam consigo o gene Y (masculino) são mais bem mais rápidos e leves, enquanto os genes X (feminino) são bem mais resistentes e lentos. Isso fortalece algumas teorias para as posições na hora da escolha.

Tentamos aqui selecionar alguns pontos mais rápidos e diretos sobre o assunto, dando dicas rápidas para escolher se você quer ter um menino ou menina, porém recomendamos entrar mais a fundo na leitura e informação sobre esse assunto para ter os resultados realmente desejados. Leia as informações abaixo sobre como conseguir um menino e compare com os elementos para se conseguir uma menina, é importante entender o processo dos dois lados. Lembrando que as teorias vão de teorias até informações folclóricas sobre o assunto.



✅O que fazer para ter um menino?



Os casais que desejam ter um menino devem seguir as seguintes dicas, são elas:

➡No dia em que houver ovulação deve haver relação sexual. 

Esta pode ser feita em até 24 horas. Essa ação é importante e trará o resultado desejado porque os espermatozoides que possuem o cromossomo Y são mais rápidos.

➡Tente seguir o método da tabelinha. 
Mas, nesse caso a tabela a ser seguida não é a tradicional, e sim a Tabela Chinesa. Embora, não tenha nenhuma comprovação científica, esse método costuma funcionar com a maioria dos casais.

➡No dia da relação sexual a mulher deve ser muito estimulada. 
Essa ação ajuda na produção do muco no canal vaginal, que por sua vez, ajuda os espermatozoides masculinos a sobreviverem. Pois, a secreção diminui a acidez do canal.

➡O seu parceiro/marido/namorado deverá tomar a iniciativa da relação.

➡Ter relações somente em dias ímpares e a noite.

➡Comer bastante comida salgada.



✅O que fazer para ter uma menina?


Agora, se o desejo dos pais é ter uma menininha, as dicas que devem ser seguidas são:

➡Controle o dia da relação sexual. 
Com isso, é necessário que esta aconteça até três dias antes da ovulação. Essa ação é importante porque os espermatozoides que carregam o cromossomo X são mais resistentes do que os masculinos. Com isso, há maiores chances deles fecundarem o óvulo dois ou três dias depois da ovulação.

➡Deixe as posições sexuais ousadas de lado. 
Isso porque algumas posições para atrapalhar os espermatozoides femininos. Prefira então as posições em que a penetração não é tão profunda.

➡Você mulher deverá tomar a iniciativa da relação.

➡Ter relações somente em dias pares e de tarde.

➡
Se alimentar bastante com leites e derivados.

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A imagem pode conter: texto que diz "Menino ou Menina"

FICA A DICA !!!


Mais não esqueçam: FILHOS SÃO DADIVAS DE DEUS INDEPENDENTE DE SER MENINO OU MENINA !! 😘

20 coisas sobre ser mãe de primeira viagem!


1 - Prepare-se, você vai sentir o amor maior do mundo, e ele só aumenta (não sei como cabe no coração da gente).

2 - Não acredite em tudo que as pessoas te falam; caso contrário você irá enlouquecer.

3- Os bebês têm uma capacidade de chorar indescritível – não é só o seu que é assim!!! Todos são. Você é uma mãe incrível, eles choram mesmo, é a única maneira que eles têm de se comunicar.

4- Se você contratou uma enfermeira, existe a chance de voltar a acreditar em Fadas!

5- Só por esses pequenos é que deixamos de dormir por meses seguidos.

6- Ser mãe muda tudo.

7- A gente faria tudo para eles não sentirem nenhuma dor, NUNCA.

8- Quando eles começam a sorrir, nossa alegria se multiplica.

9- Só por eles a gente engorda, incha, fica sem dormir, passa mal, enjoa e ainda agradece por tudo isso.

10- Tem dias que você não entende o que está acontecendo… É muita mudança mesmo.

11- Tem dias que a gente precisa cuidar de nós mesmas, OK?

12- Seus pais nunca mais serão os mesmos, o foco agora é o netinho (a).

13- Com certeza, você vai comprar muito mais roupas e acessórios do que seu pequeno conseguirá usar.

14- Todas as mães sempre acham que não estão fazendo o suficiente para os seus filhos, isso é super normal, não se sinta culpada sozinha…

15- Às vezes você vai sentir falta da sua vida sem tanta responsabilidade, mas esses momentos passam bem rápido!!!

16- Não se esqueça do seu marido, OK? Antes o seu amor era só dele.

17- Já sei, você morre de medo de não conseguir amamentar, de que seu leite seque – prometo que no final tudo dá certo. Os bebês se adaptam às condições das suas mamães. E se secar, tem Nam, Enfamil… Graças a Deus, né?

18- Sabe aquela vergonha que você tinha de ligar para seu médico?? Ela jamais existirá quando for para telefonar para o pediatra.

19- Não esqueça dos seus amigos; afinal, seu bebê é o máximo, mas ainda não conversa, não dá dicas… Você precisa se divertir para poder cuidar dele com toda a energia do mundo!

20- Todas as mães de primeira viagem passam por um período de desespero, mas ele acaba… depois é só felicidade!!

Ácido Fólico para Homens

Ácido fólico 'pode manter espermatozóides saudáveis', diz estudo
'Nutriente reduz incidência de células com número irregular de cromossomos'.








Uma dieta rica em ácido fólico (um derivado da vitamina B) pode proteger homens contra a produção de espermatozoides com anormalidades em seus cromossomos, sugeriu estudo da Universidade da Califórnia, em Berkeley.

O nutriente, que também protege contra defeitos congênitos, é encontrado em fígado, alguns legumes, verduras de folhas e frutas cítricas. Ele é necessário durante a síntese de DNA, RNA e proteínas, e para a produção de novas células.

Estima-se que de 1% a 4% dos espermatozoides de um homem saudável têm cromossomos demais ou menos do que o normal - um distúrbio conhecido como aneuploidia, e que causa erros durante a divisão celular. As suas causas ainda não são totalmente compreendidas pelos cientistas mas se estes espermatozoides anormais fertilizarem um óvulo normal, provocarão um aborto natural ou criarão um feto com distúrbios cromossômicos. Crianças nascidas com um cromossomo 21 a mais têm síndrome de Down e meninos com um cromossomo X a mais, sofrem da síndrome de Klinefelter, que pode afetar o desenvolvimento da fala.
Neste estudo, a equipe de Berkeley analisou amostras de espermatozoides de 97 homens saudáveis, não-fumantes, com idades entre 22 e 80 anos, e entrevistou-os para saber sobre sua ingestão de zinco, ácido fólico, vitaminas C e E e beta-caroteno. Depois de levar em conta fatores como idade, consumo de bebidas alcoólicas e histórico médico, os cientistas constataram que os homens com maior ingestão de ácido fólico tinham um nível 19% mais baixo de espermatozoides com número anormal de cromossomos em relação aos homens que ingeriram uma quantidade moderada do nutriente, e 20% menor em relação a homens com baixa ingestão de ácido fólico.

📢Alerta "Aumentar a ingestão de ácido fólico pode ser tão simples quanto tomar um suplemento vitamínico com pelo menos 400 microgramas de ácido fólico ou comer no café da manhã cereais fortificados com 100% da Ingestão Diária Recomendada (IDR) de ácido fólico. Além disso, verduras de folhas verdes tais como espinafre, podem conter até 100 microgramas de ácido fólico por porção", disse Suzanne Young, que coordenou o estudo.

Mas antes que os homens que desejam ser pais comecem a tomar comprimidos com ácido fólico, os pesquisadores chamam a atenção para o fato de que este estudo apenas encontrou uma ligação, não uma relação de causa e efeito entre o ácido fólico e anormalidades cromossômicas. "Nós não podemos dizer que o aumento de ácido fólico na sua dieta levará a espermatozoides mais saudáveis", disse outro líder do estudo, Andrew Wyrobek, do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley. "Mas nós conseguimos evidências suficientes para justificar um teste clínico e farmacológico mais amplo em homens para examinar as relações causais entre níveis de ácido fólico na dieta e anormalidades cromossômicas em seus espermatozoides. 
Esta informação nos ajudará a estabelecer os níveis de ácido fólico na dieta que podem reduzir o risco de defeitos congênitos ligados aos pais." 

Os pesquisadores acreditam que se estudos futuros confirmarem a relação da ingestão de ácido fólico com anormalidades em espermatozoides, a IDR dos Estados Unidos de ácido fólico para homens que desejam se tornar pais pode aumentar em relação ao nível atual, de 400 microgramas por dia.

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Tomar ácido fólico ajuda a engravidar?



"Você quer engravidar? Então, precisa tomar ácido fólico!".
Esse é um conselho que provavelmente sua mãe, sua vó e várias outras mulheres já ouviram quando planejaram ter um bebê. A recomendação, inclusive, pode até ter sido feita por um médico. Só que o objetivo do especialista ao indicar o suplemento não era aumentar a fertilidade e facilitar a gravidez, como muitos acreditam.
Até o momento (há estudos em andamento), não foi comprovado cientificamente que a substância tenha interferência na fertilidade da mulher ou no aumento de gestação múltipla, como muitos acreditam. O que se sabe é que não beber, não fumar, controlar o estresse, fazer exercícios, manter uma alimentação saudável e evitar o sobrepeso contribuem para a fertilidade  da mulher --e também do homem. 


Por que as futuras mães precisam do nutriente?

Imagem relacionadaO ácido fólico é a forma sintética do nutriente folato (vitamina B9), encontrado naturalmente em alimentos de folhas verde-escuras (espinafre, couve e rúcula), no abacate, no feijão, na ervilha, na carne, no ovo e no leite.
A substância é de fundamental importância para a formação adequada do tubo neural do feto que se converte na medula espinhal e no cérebro do bebê. 

Como e quando tomar o ácido fólico

Imagem relacionadaA Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que, para garantir a boa saúde do bebê, as mulheres devem consumir de 0,4 mg a 0,8 mg de folato cerca de três meses antes de engravidar até a 12ª semana de gestação. Como essa quantidade nem sempre é obtida pela alimentação, muitos médicos recomendam o consumo diário de suplemento ácido fólico. 
O complemento vitamínico não deve ser tomado sem orientação de um especialista. Vale dizer que a substância não previne aborto ou evita doenças ou alterações genéticas, como síndrome de Down.

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Quantos dias de atraso são considerados como atraso menstrual?


Quantos dias de atraso são considerados como atraso menstrual?


Para ser considerado atraso menstrual, a menstruação deve estar com pelo menos 15 dias de atraso. Atrasos menstruais de até 7 ou 8 dias são muito comuns e nem sempre indicam gravidez.
No entanto, mulheres com ciclos menstruais bastante regulares podem desconfiar de gravidez a partir do 5º dia de atraso menstrual.
A ausência de menstruação é o primeiro e mais importante sinal de gravidez. Em geral, esse atraso pode vir acompanhado por pequenos sangramentos, diferentes do sangramento menstrual habitual.
Em caso de gravidez, os primeiros sintomas costumam a aparecer a partir da 5ª ou 6ª semana de gestação, quando a menstruação já está com uma a duas semanas de atraso.
Além do atraso menstrual, é comum a mulher apresentar também náuseas, vômitos, aumento da sensibilidade nas mamas, aumento do número de micções e cansaço.
Algumas mulheres podem apresentar náuseas e vômitos logo no início da gestação, embora esses sintomas sejam mais comuns no 1º ou 2º mês de gravidez e nem sempre estão presentes.
À medida que a gravidez avança, surgem outras manifestações, como inchaço abdominal, prisão de ventre, azia, desconforto no baixo ventre, variações de humor, falta de ar e tontura.

Além da gravidez, quais as outras causas de atraso menstrual?

Atraso na menstruação nem sempre indica uma gravidez. Outras causas de atraso menstrual incluem: estresse, ansiedade, interrupção da pílula anticoncepcional, ganhar ou perder muito peso num curto espaço de tempo, obesidade, magreza extrema, distúrbios alimentares, como anorexia, hipo ou hipertireoidismo, ovários policísticos e menopausa.
O atraso menstrual também pode ser provocado por doenças ou infecções, mesmo que sejam simples e corriqueiras, uso de medicamentos como antipsicóticos, corticoides, antidepressivos, quimioterapia, imunossupressores e anti-hipertensivos, e até mesmo pela prática de atividade física em excesso.
Em caso de atraso menstrual, a mulher deve consultar o/a médico/a ginecologista ou médico/a de família, que poderá pedir um teste de gravidez para descartar esta possibilidade ou investigar outras possíveis causas do atraso menstrual.