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domingo, 23 de fevereiro de 2020
Muco ou Corrimento?? Como diferenciar
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Chá de unha de gato e uxi amarelo
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ENGRAVIDAR RÁPIDO
Como a anatomia do útero interfere na fertilidade?
O útero é um dos órgãos principais do sistema reprodutor feminino e suas condições anatômicas e hormonais são essenciais para que uma mulher possa engravidar, seja de maneira natural ou por meio de um tratamento de reprodução humana, como a FIV, por exemplo.
Em média, o útero mede 7,5 cm por 5 cm e possui uma espessura de 2,5 cm. Sua cavidade é vazia e sua estrutura é formada por três camadas de tecido muscular, sendo a serosa a mais externa (formada por tecido conjuntivo), o miométrio a intermediária e o endométrio a mais interna, onde ocorre a implantação do embrião.
Contudo, existem mulheres que apresentam formatos diferentes de útero. Entenda quais são eles.
Quais os tipos de alterações anatômicas do útero?
Estima-se que entre 0,1 e 3,2% das mulheres apresentam malformações anatômicas do útero. Elas podem ser diagnosticadas por meio de exames solicitados por especialista, como a histerossalpingografia, uma análise que utiliza contraste para avaliar as condições do aparelho reprodutor feminino. Os tipos de anomalias anatômicas do útero são:
Como essas anomalias podem interferir na fertilidade feminina?
De acordo com médicos especializados em reprodução humana, é possível dizer que as anomalias anatômicas não impedem uma gestação. Contudo, podem simbolizar um agravante à fertilidade da mulher ou dificultar a permanência do bebê no órgão durante a gestação.
O útero septado, por exemplo, pode representar um alto risco de perda gestacional, devido à presença do tecido fibroso (septo), que pode estender-se até o colo do útero da mulher e, em alguns casos, até a vagina. Já um útero unicorno, devido apresentar apenas uma tuba uterina, pode representar baixos níveis de fertilidade feminina. Apesar de não significar que é impossível conceber a gestação nessas condições.
Os demais tipos de malformações uterinas estão mais associados a complicações que podem ocorrer durante a gestação do que ao baixo índice de fertilidade. O útero bicorno, por exemplo, devido apresentar uma fenda na cavidade uterina, pode comprometer a capacidade de distensão uterina durante a gestação.
Para os casos em que a mulher apresenta anomalia anatômica no útero e dificuldade em engravidar, é possível realizar tratamentos de reprodução assistida e cirurgias por meio de histeroscopias.
domingo, 16 de fevereiro de 2020
Vamos falar de sororidade !
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| Você sabe o que é sororidade? Se não sabe, não se preocupe! Vamos explicar de um jeito fácil qual é o significado deste termo tão usado atualmente! |
Em uma sociedade machista e patriarcal, a maioria das mulheres certamente já escutou ou até falou coisas do tipo: “só podia ser mulher”, ou então: “ela pede para ser estuprada, olha o tamanho dessa saia”. Pensamentos como esses contribuem para que a mulher seja colocada em uma posição inferior ao sexo oposto, a ponto de ser considerada “indecente” por usar uma saia curta; receber um salário inferior ao do homem, mesmo executando a mesma função; estabelecer uma visão de que as outras mulheres são concorrentes e inimigas…
O ato de julgar é uma péssima atitude, principalmente dentro do feminismo, e é inclusive, o que alimenta o machismo. Ou seja, a ideia da sororidade é alimentar a irmandade entre as mulheres a fim de acabar com o julgamento entre elas.
É nesse sentido que pode ser traduzida como “a união entre as mulheres”, em que o sentimento de solidariedade e companheirismo pode ser resumido na frase: “não sou tua rival, sou tua irmã”.
A sororidade funciona?
Essa é uma ótima questão! Em primeiro lugar, mesmo que a palavra não exista na língua portuguesa, ela tem sido uma das mais procuradas na internet. Sororidade vem do latim sóror, na qual significa “irmãs”.
Muitas mulheres estão se deparando com este termo e sendo impactadas. Para as feministas, sororidade já se tornou uma palavra transformadora na vida de muitas mulheres. Conforme o tempo passa, a tendência é que cada vez mais irmãs a conheçam e comecem a praticar seu conceito.
Vivemos em um mundo muito machista e desde a apresentação do termo, em 2012, muitas mulheres têm formado uniões. O feminismo é o maior responsável pela amizade entre as mulheres.
Temos muito caminho pela frente e devemos sempre levar a sororidade para cada mulher que atravessar nosso caminho. Quando o conceito desta palavra poderosa é usado, o mundo de muitas mulheres se transformam. Chegou o momento de deixar a rivalidade e se unir!
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020
10 dúvidas comuns sobre a endometriose
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| 10 dúvidas comuns sobre a endometriose |
Quais os principais sintomas de quem sofre com a endometriose?
A grande maioria têm dismenorreia, ou seja, cólica menstrual, o primeiro e mais importante sintoma. Muitas vezes, são cólicas intensas que incapacitam as mulheres de exercerem suas atividades habituais. A dor pode ainda manifestar-se durante a relação sexual, quando o pênis encosta no fundo da vagina. Este é o segundo sintoma. Além desses sintomas, podem estar presentes a dificuldade para engravidar e alterações intestinais ou urinárias durante a menstruação. Nos casos mais avançados, a dor pode ocorrer também fora do período menstrual.

Como diferenciar uma cólica normal da característica da endometriose?
Na verdade, não existe uma diferenciação muito clara porque há pacientes com endometriose e poucas cólicas durante a menstruação. Entretanto, o raciocínio é sempre orientar as mulheres a procurarem um médico quando tiverem cólicas com certa resistência a melhorar com remédios ou que as incapacite de exercer suas atividades normalmente.
Os sintomas da presença da endometriose podem confundir e retardar o diagnóstico da doença?
Sim. E para identificá-la é importante saber que a doença pode acometer mulheres a partir da primeira até a última menstruação, com média de diagnóstico por volta dos 30 anos. Em média, a mulher tem 32 anos quando é feito o diagnóstico da doença. Em 44% dos casos passaram-se cinco anos ou mais até a doença ser diagnosticada. De 40% a 50% das adolescentes que apresentam cólica incapacitante. A investigação clínica, a anamnese bem feita seguida de um exame físico adequado, o toque vaginal que permite verificar alguns aspectos característicos da doença, tudo isso faz parte do exame ginecológico normal e de rotina que não visa ao diagnóstico da doença em si, mas que pode funcionar como prevenção primária para a endometriose. O exame ginecológico é o ponto de partida para estabelecer o diagnóstico da endometriose. Se a doença se assesta no ovário, o ginecologista pode perceber o aumento dos ovários pelo toque. Se acomete a região que fica entre o útero e o intestino, um tipo de endometriose que se chama endometriose profunda, o toque permite perceber espessamentos atrás do útero e dor quando o médico apalpa essa região. Quando a doença acomete o peritônio (tecido que reveste a cavidade abdominal) fica mais difícil estabelecer o diagnóstico pelo toque.
A doença apresenta fatores hereditários, ou seja, se a minha mãe teve endometriose corro maior risco de apresentar a doença?
Alguns estudos apontam que existe um fator hereditário que deve ser levado em conta nos casos de endometriose. Entretanto, existem outros fatores de risco que devem sempre ser levados em conta, tais como a menstruação retrógrada, que leva o endométrio para a cavidade abdominal permitindo o desenvolvimento da doença no local. A imunidade da paciente também deve ser considerada, como o estresse e a ansiedade Isso vale para o câncer e vale para a endometriose. Por fim, deve-se considerar também o número de menstruações. Hoje, a mulher menstrua em média 400 vezes na vida, enquanto no começo do século passado menstruava apenas 40 vezes, porque a primeira menstruação ocorria mais tarde, ela engravidava mais cedo, tinha mais filhos e passava longos períodos amamentando.
A endometriose pode virar câncer? Há alguma relação comprovada entre ambos?
O mecanismo das duas doenças tem muitas similaridades. Sabe-se, porém, que a relação entre endometriose e câncer é muito pequena, em torno de 0,5% a 1% dos casos. Na verdade, apesar de não caracterizar uma doença maligna, a endometriose se comporta de modo parecido, no sentido de que as células crescem fora de seu lugar habitual. Embora, na maioria das vezes, esse crescimento não tenha conseqüências letais, acaba provocando muitos incômodos. Por isso, pesquisadores suecos apresentaram um estudo onde a endometriose foi associada pela primeira vez ao aparecimento de diversos tipos de cânceres, especialmente o de ovário. Especialistas do Hospital da Universidade de Karolinska em Estocolmo, Suécia, analisaram os dados de 63.630 mulheres, que tinham sido atendidas pelo Hospital com o diagnóstico de endometriose, entre 1969 e 2002. Os cientistas encontraram 3.822 casos de câncer entre mulheres com endometriose. Segundo o trabalho, a doença aumentou o risco da mulher desenvolver o câncer de ovário em 37% do grupo analisado, risco de um terço acima da população normal das mulheres sem a doença. Também foram registrados aumento no número de casos de tumores endocrinológicos (38%), de câncer renal (36%) e de câncer da tireóide (33%). Os pesquisadores investigarão se o tratamento hormonal ou cirúrgico da endometriose tem relação com o risco aumentado do câncer.
Há casos de endometriose com sintomas bem discretos enquanto outros são bem mais graves. Como posso classificar a doença?
A classificação da endometriose leva em conta a extensão da doença. A mais aceita foi elaborada por uma sociedade americana e parte do procedimento de visualização das lesões, o passo seguinte depois do diagnóstico. O exame clínico, o marcador e exame de ultra-som são os meios adequados para definir as mulheres para as quais se deve indicar a laparoscopia, um exame realizado sob anestesia através de pequenas incisões no abdômen por onde se introduz um tubo ótico de aproximadamente 10mm de diâmetro para visualizar as áreas da cavidade abdominal em que se fixaram os implantes - nome que se dá ao tecido endometrial deslocado. É um procedimento cirúrgico menor que permite identificar tamanho, extensão e local de acometimento das lesões e iniciar imediatamente o tratamento adequado.
Então, a laparoscopia é, ao mesmo tempo, um teste de diagnóstico que avalia a extensão da doença e uma forma de iniciar o tratamento dela?
Depois que se faz uma análise da cavidade abdominal, dos pontos com comprometimento pela doença, procura-se ressecar sempre que possível os focos que se encontram nos ovários, trompas, útero, peritônio e intestino. Em relação aos cistos no ovário e no útero, a preocupação é retirá-los, mas preservando esses órgãos, uma vez que na maioria das vezes as pacientes são jovens e têm desejo reprodutivo. Através da laparoscopia conseguimos ressecar também os focos existentes no tecido que reveste a cavidade abdominal (peritônio) e outros mais profundos localizados nos intestinos, indicativos de casos mais graves e que demandam tratamento efetivo. Obviamente, a cirurgia aberta é também uma alternativa para remover as lesões de endometriose, mas a laparoscopia é o método mais utilizado para diagnóstico e tratamento dessa doença.
A endometriose provoca alterações no ciclo menstrual, estas alterações podem causar a infertilidade feminina?
A relação entre a endometriose e a infertilidade feminina pode manifestar-se em alguns casos. Pacientes em estágio avançado da doença e obstrução na tuba uterina que impeça o óvulo de chegar ao espermatozóide têm um fator anatômico que justifica a infertilidade. Além disso, algumas questões hormonais e imunológicas podem ser a causa para algumas mulheres com quadros mais leves de endometriose não conseguirem engravidar. Após o tratamento e, geralmente, a realização da laparoscopia, uma boa parcela das pacientes consegue engravidar, principalmente as mulheres em que as tubas não tiverem sofrido obstrução. É por isso que no final da laparoscopia, costuma-se injetar contraste pelo canal do colo uterino para ver se ele sai pelas tubas. A caracterização dessa permeabilidade tubária é um ponto a favor de uma gravidez que depende, entretanto, de outros fatores como a função ovariana ou a não formação de aderências depois da cirurgia, por exemplo.
Após a realização de uma laparoscopia bem sucedida, com a retirada de todas as lesões da cavidade abdominal, há riscos de reincidência?
Depois da laparoscopia, quando a doença está num estágio avançado, costuma-se indicar uma medicação para suprimir temporariamente a menstruação. São, geralmente, medicamentos que bloqueiam a função ovariana, durante três ou quatro meses, para a paciente poder se recuperar. Depois disso, há possibilidades da doença voltar a existir, porque o retorno da função menstrual pode determinar o reaparecimento das lesões. Por isso, em alguns casos, é preciso bloquear a menstruação por mais tempo e tomar cuidado depois das gestações para que não haja recidivas. A cura da endometriose depende da boa administração da doença e nem sempre representa a extirpação eterna dos focos.
MENINO OU MENINA ?
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| Aprenda como ter um bebê do sexo desejado com algumas dicas simples e eficientes |
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Essa pergunta é muito ouvida pelos casais que estão esperando um filho. Para alguns deles, a resposta não importa, pois o que querem mesmo é ter um bebê com saúde. Por outro lado, existem alguns casais que já possuem uma preferência por um filho ou filha e a revelação do médico na hora da consulta pode trazer alegria ou um pouco de desapontamento.
Pensando em ajudar esses casais, separamos algumas dicas de como eles podem fazer para ter um bebê menino ou menina. As dicas são simples e fáceis de serem seguidas. Quem sabe assim, o próximo filho/filha poderá ser escolhido previamente de acordo com sua preferência.
Bom vamos as dicas inciais para entender um pouco mais sobre o assunto:
Como Escolher?
Para você conseguir escolher se o bebê irá ser menino ou menina, existem alguns elementos que vão desde simpatias e superstições até algumas questões mais delicadas como a física da mulher, a relação, alguns pontos científicos e até teses (refutadas). O interessante é que muitas mulheres tem conseguido muitos resultados positivos na hora da escolha, mas isso depende de muitos fatores que podem influenciar no processo.
Um dos elementos dessa influência, vem da informação de que os espermatozóides que levam consigo o gene Y (masculino) são mais bem mais rápidos e leves, enquanto os genes X (feminino) são bem mais resistentes e lentos. Isso fortalece algumas teorias para as posições na hora da escolha.
Tentamos aqui selecionar alguns pontos mais rápidos e diretos sobre o assunto, dando dicas rápidas para escolher se você quer ter um menino ou menina, porém recomendamos entrar mais a fundo na leitura e informação sobre esse assunto para ter os resultados realmente desejados. Leia as informações abaixo sobre como conseguir um menino e compare com os elementos para se conseguir uma menina, é importante entender o processo dos dois lados. Lembrando que as teorias vão de teorias até informações folclóricas sobre o assunto.
✅O que fazer para ter um menino?
Os casais que desejam ter um menino devem seguir as seguintes dicas, são elas:
➡No dia em que houver ovulação deve haver relação sexual.
Esta pode ser feita em até 24 horas. Essa ação é importante e trará o resultado desejado porque os espermatozoides que possuem o cromossomo Y são mais rápidos.
➡Tente seguir o método da tabelinha.
Mas, nesse caso a tabela a ser seguida não é a tradicional, e sim a Tabela Chinesa. Embora, não tenha nenhuma comprovação científica, esse método costuma funcionar com a maioria dos casais.
➡No dia da relação sexual a mulher deve ser muito estimulada.
Essa ação ajuda na produção do muco no canal vaginal, que por sua vez, ajuda os espermatozoides masculinos a sobreviverem. Pois, a secreção diminui a acidez do canal.
➡O seu parceiro/marido/namorado deverá tomar a iniciativa da relação.
➡Ter relações somente em dias ímpares e a noite.
➡Comer bastante comida salgada.
✅O que fazer para ter uma menina?
Agora, se o desejo dos pais é ter uma menininha, as dicas que devem ser seguidas são:
➡Controle o dia da relação sexual.
Com isso, é necessário que esta aconteça até três dias antes da ovulação. Essa ação é importante porque os espermatozoides que carregam o cromossomo X são mais resistentes do que os masculinos. Com isso, há maiores chances deles fecundarem o óvulo dois ou três dias depois da ovulação.
➡Deixe as posições sexuais ousadas de lado.
Isso porque algumas posições para atrapalhar os espermatozoides femininos. Prefira então as posições em que a penetração não é tão profunda.
➡Você mulher deverá tomar a iniciativa da relação.
➡Ter relações somente em dias pares e de tarde.
➡Se alimentar bastante com leites e derivados.
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FICA A DICA !!!
Mais não esqueçam: FILHOS SÃO DADIVAS DE DEUS INDEPENDENTE DE SER MENINO OU MENINA !! 😘
20 coisas sobre ser mãe de primeira viagem!
2 - Não acredite em tudo que as pessoas te falam; caso contrário você irá enlouquecer.
3- Os bebês têm uma capacidade de chorar indescritível – não é só o seu que é assim!!! Todos são. Você é uma mãe incrível, eles choram mesmo, é a única maneira que eles têm de se comunicar.
4- Se você contratou uma enfermeira, existe a chance de voltar a acreditar em Fadas!
5- Só por esses pequenos é que deixamos de dormir por meses seguidos.
6- Ser mãe muda tudo.
7- A gente faria tudo para eles não sentirem nenhuma dor, NUNCA.
8- Quando eles começam a sorrir, nossa alegria se multiplica.
9- Só por eles a gente engorda, incha, fica sem dormir, passa mal, enjoa e ainda agradece por tudo isso.
10- Tem dias que você não entende o que está acontecendo… É muita mudança mesmo.
11- Tem dias que a gente precisa cuidar de nós mesmas, OK?
12- Seus pais nunca mais serão os mesmos, o foco agora é o netinho (a).
13- Com certeza, você vai comprar muito mais roupas e acessórios do que seu pequeno conseguirá usar.
14- Todas as mães sempre acham que não estão fazendo o suficiente para os seus filhos, isso é super normal, não se sinta culpada sozinha…
15- Às vezes você vai sentir falta da sua vida sem tanta responsabilidade, mas esses momentos passam bem rápido!!!
16- Não se esqueça do seu marido, OK? Antes o seu amor era só dele.
17- Já sei, você morre de medo de não conseguir amamentar, de que seu leite seque – prometo que no final tudo dá certo. Os bebês se adaptam às condições das suas mamães. E se secar, tem Nam, Enfamil… Graças a Deus, né?
18- Sabe aquela vergonha que você tinha de ligar para seu médico?? Ela jamais existirá quando for para telefonar para o pediatra.
19- Não esqueça dos seus amigos; afinal, seu bebê é o máximo, mas ainda não conversa, não dá dicas… Você precisa se divertir para poder cuidar dele com toda a energia do mundo!
20- Todas as mães de primeira viagem passam por um período de desespero, mas ele acaba… depois é só felicidade!!
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